sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

No politic


Cansei. Cansei da política. De acompanhar toda a podridão e cinismo existente ali. Pra dizer o mínimo. Há algum tempo era uma entusiasta para tal assunto. Queria sempre saber sobre os novos e ao mesmo tempo velhos podres que se repetia. Como dizia R. Russo: "É sempre mais do mesmo!"

Tantas coisas ocultas da população: Fórum de São Paulo, as incertezas da vida de Obama, os podres do nosso presidente.... Tinha um tempo que eu me preocupava realmente por não saber ou entender tudo o que se passava no cenário político mundial. Agora, Im tired!!!!!

Hoje prefiro me focar em coisas que não sejam tão efêmeras. Como as bandas de pagode, axé e sertanejo! aiauiauiaui.

A arte e a literatura tem ocupado esse tempo antes gasto com mentiras repetidas. E, não tem me decepcionado. Sei que não vão, porque elas quando são boas mesmo são atemporais.

Retro


Estava no trabalho. Deveria estar triste, certo? Nãoooo!!!!!!! A razão é que lá, tenho uma amiga (Danye) e quando começamos a conversar viajamos mais do que o mundo de Bob. O local de trabalho é onde rimos, nos divertimos e às vezes, trabalhamos.

Pois bem, falávamos sobre coisas antigas, bregas e toscas. Novelas, principalmente. Lembramos de uma e uma foi puxando a outra.. Chiquititas, Carrossel, Barriga de Aluguel, Felicidade, Roque Santeiro, Fera Ferida, Quatro por quatro, A Usurpadora, as Marias e blá blá blá. Ao passo que lembrávamos delas tinham as músicas mais e mais do fundo do baú de todos. Claro, que ela conhece bem mais novelas e músicas nesse nível tosco do que eu, afinal ela é mais velha. hehehe.

Sei que as lembranças dessas coisas lembram um tempo que não volta mais. A infância. Tempo de boas amizades, alegrias, brincadeiras..... Lembrar de Chiquititas, por exemplo é trazer de volta a melhor fase da vida. Onde não se sabe o que é o mundo de verdade e todas as suas crueldades.

Talvez eu prefira assistir Carrossel.

domingo, 4 de janeiro de 2009

Contribuição

Esse blog foi deixado de lado mês que passou. Também, foram muitas emoções literalmente. Muita coisa aconteceu no mundo de significativo ate agora. Por exemplo: pintei meu cabelo, fui a Galeria Gourmet, assisti "Seven Pounds" (dramalhao toda vida! o que me fez chorar e borrar minha maquiagem), terminei de ler "O mundo é bárbaro e o que nós temos a ver com isso" do Veríssimo, fui num passeio em Angra dos Reis..... Tá vendo, muitas coisas que afetam diretamente a vida das pessoas!!!! Esse mundo precisa de mim, se não ficará sem essa contribuição tão significativa e relevante!
Mas afirmo que me esforçarei em não deixar mais isso acontecer! Contribuirei para a grandeza intelectual deste mundo, postando a inutilidade dos meus pensamentos.

Tudo vale a pena se a alma não é pequena.

domingo, 30 de novembro de 2008

Pensamentos de segunda

Gostaria que fosse além de "mais uma canção"

Nada vai mudar entre nós
Como eu sei?Eu só sei
Tudo vai permanecer igual
Afinal
Não há nada a fazer
Eu não nego
Eu me entrego
Você é meu grande amor
E hoje eu vou te dizer "eu te amo”
Eu imploro
Eu te adoro
Você tem meu coração
A bater pra você mais uma canção
Como pode alguém perder você
Como eu fiz?Como eu quis não te ter?
Vivo iludido
A acreditar que o amor
Não se pôs em você
Eu me entrego
Eu não nego
Eu errei, mas sou capaz
de fazer sua vida melhor
Tô voltando
Não sei quando
Pra roubar teu coração
Vou chegar no final de mais uma canção

About nothing

Estava pensando o que me leva a escrever. Saber que tenho quinhentos afazeres, mas fico presa a textos bobos sobre coisas bobas, como música, cinema e literatura. Meu tempo já é escasso e sou capaz de encurtá-lo mais ainda. Então porquê, eu me pergunto. A resposta é de natureza simples bem simples.

Eu escrevo, ou pelo menos organizo meus pensamentos em ordem, para me sentir menos miserável. Para expor esclarecimentos e/ou dúvidas sobre o que me cerca no âmbito físico ou psicológico. E parece que depois de escrever meras palavras como essas, onde não apresento solução para nada, muito pelo contrário deixo palavras soltas no ar sem o menor sentido, pareço me sentir em equilíbrio comigo mesma. Não que isso venha trazer mais conforto mental, mas é o levantamento das perguntas que me atrai.

O que tenho comigo é uma obrigação muito séria de reconhecer que não nada sei. E a partir daí, tento explorar os campos que me interessam. Acho, que quando comecei a raciocinar que era mais uma com perguntas, necessidades, anseios, pesadelos e confusões me dei conta de como poderia ser feliz assim.

É por isso, que quero continuar escrevendo. Não quero deixar minha força motriz morrer.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Já é Natal!

Esses dias fui ao Caxias Shopping. Tão cheio que mal dava para circular. Até comentei com uns amigos que se reparasse bem, a quantidade de pessoas nos corredores era infinitamente maior do que nas lojas. Muitas delas, na verdade estavam vazias. Com algumas exceções, claro. Afinal estamos no Natal. E, o que mais importa nessa época do ano?!?!?! Gastar todo o dinheiro com presentes, decoração natalina, banquetes e blá, blá, blá.... Então, no final do ano vestimos nossas identidade de bons moços e fazemos o bem ao próximo. Lembramos que é preciso ser bondosos, gentis, corteses, enfim, humanos! Mas, temos todo o restante do ano para mostrar o que realmente somos: hipócritas, mesquinhos, sem amor amor a bondade e muito menos ao próximo. Deve ser por isso que os shoppings ficam cheios essa época do ano: porque pelo menos uma vez ao ano as pessoas precisam demonstrar sua caridade.