Hoje foi um dia muito interessante. Conversei sobre as eleições americanas, sitema de cotas e que cor devo pintar meu cabelo. É raro encontrar alguém, onde possa aliar todo esse mega mix e ir de um extremo a outro sem problemas. Claro, como não podia ser diferente, todos pareciam felizes com a eleição do novo presidente americano.
É mais do que óbvio que a eleição de Husseim foi um prato cheio de comoção para todos aqueles que gostam de grandes emoções, sentimentalismo e que defendem o discurso "um negro no poder". Ouvi tanto essa frase que mais me parece que o melhor mesmo é fazer o inverso do Michael e virar negra. Quem sabe assim, eu ganhe mais credibilidade, porque assim tá difícil.
Depois, o papo foi sobre cotas. Ah, esse foi engraçado!!! Minha amiga, a favor, e, eu, claro, contra! Ela, com o seu discurso "muita injustiça já se foi cometida contra os negros", acha que as cotas não resolvem os problemas defintivamente, o que pelo menos parece ser consenso geral, mas crê que abranda as desiguladades encontradas nas universidades. Eu, defendo, que a guerra hoje é intelectual e para se passar no vestibular, você precisa usar seu cérebro e o que tem a escravidão a ver com isso? Ah, sim, na hora da prova, vai que você pensa: "meu Deus, como minha tataravó sofreu!! Oh, mundo cruel! Não, isso é muito para mim...........!". Ora, pessoas negras ricas já entraram na faculdade se aproveitando disso, quando na verdade as cotas professam corrigir uma "desiguladade social".
A educação tem que mudar por completo. Não creio que o Brasil terá condições de chegar a níveis de países desenvolvidos. Quem quiser mesmo uma boa educação para seus filhos tem que fazer isso no braço, o "homescholling". As leis brasileiras ainda não permitem isso. Temos que levar nossos filhos para essas escolas de doutrinação e deixar que ouçam todas as baboseiras inimagináveis. Espero, que um dia, possa educar meus filhos sem o risco de ir pro xadrez, acusada de abandono intelectual aos meus!!
Ah, e depois falamos sobre que cor devo pintar os cabelos! E, claro, gastamos muito mais tempo falando sobre isso, do que quem vai governar o mundo. Afinal, estamos falando do meu cabelo!
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Pensamentos de segunda - Republicanos X Democratas
Em plena época de eleições americanas, os estadunidenses se mostram racistas as avessas e cegos pela grande mídia. Não dão a mínima importânica para todos os fatos obscuros de Obama, como por exemplo o fato de proibir que se consiga informações sobre ele, de ter ajuda de todos os inimgos declarados dos EUA e de ter ligações com terroristas. Em guerra contra o Islam revolucionário, o país já quase vencedor prepara-se para nomear comandante-em-chefe um político apoiado entusiasticamente pela Al-Qaeda, pelo Hamas, pela Organização de libertação Palestina, pelo presidente iraniano Ahmadinejad, por Muammar Khadafi, por Fidel Castro, por Hugo Chávez e por todas as forças anti-americanas, pró-comunistas e pró-terroristas do mundo, sem nenhuma exceção visível.
No entanto, se você sugerir, mesmo suavemente, que tantos inimigos dos EUA estão a favor de Obama porque ele deve estar pelo menos um pouquinho a favor deles, metade do eleitorado americano dirá que você é um maldito racista e uma boa parcela da outra metade o chamará de desequilibrado, de paranóico, de teórico da conspiração.
Está proibido aplicar a Obama a velha regra de bom senso: “O amigo do meu inimigo é meu inimigo”. Para provar sanidade, o cidadão americano tem de acreditar piamente que Obama não fará nada, absolutamente nada em favor dos comunistas e islamofascistas que o amam, mas fará tudo para defender a nação que ele mesmo chama de nazista e a Constituição que, segundo ele, é causa de males horríveis.
Se você acha que a aposta na fé obâmica é alta demais e que seria mais prudente investigar um pouco a vida do sujeito, saiba que isso se tornou praticamente inviável: ele mandou bloquear, nos EUA e no Quênia, o acesso a todos os seus documentos, mesmo sobre a sua vida pública, desde a sua certidão de nascimento até a lista dos pequenos doadores da sua campanha, passando pelo seu histórico escolar em Harvard e Columbia, que é alegado ao mesmo tempo como prova definitiva dos altos dons intelectuais da criatura, só negados, evidentemente, por racistas contumazes. A mídia considera um insulto e uma presunção doentia qualquer tentativa de examinar esses papéis, e três tribunais, da Pensilvânia, de Washington e de Ohio, já sentenciaram que o cidadão comum não tem nenhum direito de averiguar sequer a nacionalidade de Barack Hussein Obama. É preciso acreditar nele sob palavra, ou cair fora da sociedade decente.
Está proibido aplicar a Obama a velha regra de bom senso: “O amigo do meu inimigo é meu inimigo”. Para provar sanidade, o cidadão americano tem de acreditar piamente que Obama não fará nada, absolutamente nada em favor dos comunistas e islamofascistas que o amam, mas fará tudo para defender a nação que ele mesmo chama de nazista e a Constituição que, segundo ele, é causa de males horríveis.
Se você acha que a aposta na fé obâmica é alta demais e que seria mais prudente investigar um pouco a vida do sujeito, saiba que isso se tornou praticamente inviável: ele mandou bloquear, nos EUA e no Quênia, o acesso a todos os seus documentos, mesmo sobre a sua vida pública, desde a sua certidão de nascimento até a lista dos pequenos doadores da sua campanha, passando pelo seu histórico escolar em Harvard e Columbia, que é alegado ao mesmo tempo como prova definitiva dos altos dons intelectuais da criatura, só negados, evidentemente, por racistas contumazes. A mídia considera um insulto e uma presunção doentia qualquer tentativa de examinar esses papéis, e três tribunais, da Pensilvânia, de Washington e de Ohio, já sentenciaram que o cidadão comum não tem nenhum direito de averiguar sequer a nacionalidade de Barack Hussein Obama. É preciso acreditar nele sob palavra, ou cair fora da sociedade decente.
Olavo de Carvalho
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